As instituições, as organizações e os tipos de grupos.



Passamos boa parte das nossas vidas convivendo em grupos. Seja a nossa família, seja o grupo de amigos, seja a turma da faculdade ou do trabalho, estamos sempre interagindo com outras pessoas. Para que possamos viver em grupo, são necessárias certas regras, combinações e acertos. A isso chamamos institucionalização, ou seja, o estabelecimento de regularidades comportamentais que possibilitam o viver coletivo.

Assim, tanto as instituições quanto as organizações somente existem em função de um conjunto de pessoas que reproduzem e, às vezes, reformulam as regras e os valores do grupo.

Definimos o  grupo como sendo uma unidade que se dá quando os indivíduos interagem entre si e compartilham normas e objetivos. Veja o conceito  de grupo  segundo Martín-Baró: “uma estrutura de vínculos e relações entre pessoas que canaliza em cada circunstância suas necessidades individuais e/ou interesses coletivos” (citado por MARTINS, 2003, p. 204).

Analisar os três tipos de grupos e sua etapa possibilita compreender a atuação do vinculo em cada fase, sabemos que o homem se revela e se estrutura por meio da ação, ou seja, do desempenho de papéis e do estabelecimento de vínculos.

“... a rede de comunicações é constantemente reajustada, e só assim é possível elaborar um pensamento capaz de um diálogo com o outro e de um confronto com a mudança”. Henrique Pichon Riviére

Agora mesmo você está participando de um grupo, analise a sua participação nesta estrutura dinâmica, movida por motivações psicológicas, que rege todas as relações humanas.

Referências: 
Processo grupal e a questão do poder - Martín-Baró. 
PICHÓN-RIVIÉRE, Enrique. Teoria do vínculo. São Paulo: Martins Fontes, 1998

Elaboração: Adriana Paula, Brenda, Cláudia Pecciarece, Deysa, João Luiz, Ludmila Pessamillo, Maresa, Sameli.


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